essa vida…
se não me mata, me fortalece. Estou ilhada do mundo após minha oitava mudança. Sem internet, sem dinheiro, mas com uma casa mui bacana. Como boa virginiana, já separei todas as revistas de decoração, catálogo de cores, mostruário de tapetes, fotos de sofás… Toda aquela empolgação de quem se muda pra um lugar melhor. Espero que demore mais um tempinho pra a próxima. hehe. Depois volto com novidades ácidas, enquanto vejo um bando de mães babonas falarem do “divertido” dia das crianças, sei… Deve ter sido um puta programa de índio. nesse momento penso em ligar minhas trompas, antes mesmo de ter um filho. Deus não me castigue, sou apenas uma pessoa que não tem a menor aptidão para ser mãe, nem para deixar minha vida de lado por conta de filho, nem muito menos posso me dar ao luxo de engordar 20 quilos com a gravidez e nem vou ficar acordada com menino pendurado no meu peito (só se for um bofe, de 20 anos e bem sarado).
Afe, comecei falando de mudança e decoração e acabei com um manifesto anti-filho. preciso me tratar e rápido. Nota mental: não engravidar.