quando a gente morre e ainda está vivo…
Este é o terceiro post num mesmo dia porque acho que não vou ter dia pior que esse. Mas vale a pena dizer que fui atendida. Eu explico. No post anterior dizia que precisa mudar um monte de coisa. Pois menino, passou um anjo e disse amém. Minha vida mudou por completo. Pena que não foi pra melhor. Sou solteira agora, tudo indica que não vou ficar mais em jp, não vou ficar mais neste maldito apartamento, nem no emprego (acho que vou ser desempregada agora), só não mudei de corpo. Então coleguinhas cuidado com o que vocês pedem porque pode ser realmente atendidos.
Até na morte fui atendida: hoje tive a sensação que morri mas sem pedir perdão pelos pecados (como ensinou o rei Hamlet, vão ler seus analfa! hihhihii) e acabei no inferno. Mas vou sobreviver, não sei como. Afinal comprei uma criativa e uma gloss, e uma calça super skinny de cintura alta, então ao menos estarei fashion. E ainda vou emagrecer.
Ânsia de vômito…
Ontem de manhã liguei minha TV enquanto tentava acordar, lutando contra os quatro comprimidos anti-gripe da noite anterior. Eis que me deparo com a sociedade paraibana em festa. Argh, iuuuuu, eca. Tudo é clichê, tudo é nojento. Um bando de gente que nem profissão direito tem (todo mundo é socialite), celebrando alguma besteira (o aniversário de um colunista, por exemplo) como se fosse “a coisa” mais absoluta e interessante do mundo. E ainda tem um monte de gente falando bem do tal homenageado mas que na verdade é patrocinador da festa, fala sério.
Mundo de falsidade, botox, intrigas, gente falida que vive de aparência ou rica que está galgando a entrada no jet-set. Preciso morrer urgentemente, antes de ouvir mais uma vez: “fulano como é pra você ser amigo de beltrano e participar de uma festa linda dessa? Quer deixar uma mensagem pra ele (o homenageado)?” Deus matai-me, rápido que eu tô com pressa.